Segunda-feira, 17 de Abril de 2006

Alox

        Numa terra do oriente chamada Unorb, existia um cavaleiro que pertencia ao exército do Imperador Huang. O cavaleiro chamava-se Alox. Era eu!

         Eu tinha 23 anos, estava no máximo da minha força e juventude. Eu mesmo sendo muito jovem já era casado, visto que, naquela região, era tradição casar muito cedo. A minha mulher chamava-se Parroty.

        Descendia de uma família de escravos, mas o meu pai queria ser livre e tinha ideias contrárias às do Imperador. O meu pai lutou muito pela sua liberdade e pela dos outros escravos e por isso foi várias vezes sujeito a tortura. Ele morreu na prisão quando eu tinha apenas 12 anos.

       Durante o reinado do Imperador Huang, os escravos tinham muito pouca liberdade e não podiam dizer nem fazer nada contra o imperador, porque se o fizessem seriam mortos.

         Eu, talvez por vontade de me vingar do que tinham feito ao meu pai, ou por não aceitar o que faziam aos escravos, criei um movimento de revolta contra o Imperador. Tive de fazer tudo em segredo devido à polícia do Imperador que perseguia todos os que diziam mal dele. Por várias vezes tentaram apanhar-me, mas sempre sem êxito. A minha organização chamava-se DEPO. Inicialmente os membros eram só escravos revoltados, depois vieram todas as pessoas revoltadas contra o Imperador Huang, visto que ele era muito cruel para todas elas. Rapidamente o número de membros disparou em flecha e tornou-se uma grande parte da população.

         Certa noite invadimos o palácio real e matámos o Imperador e todos os guardas que o protegiam. Éramos cerca de 10000 contra o resto dos apoiantes do Imperador que eram cerca de 2050. Nós ganhámos e matámos todos os que estavam contra nós!

         Depois da morte do Imperador Huang, tivemos que arranjar um novo Imperador. O resto da população escolheu-me a mim e assim fui coroado Imperador Alox. E, durante várias gerações, todos os meus descendentes e da Parroty governaram este reino.

Afonso, nº1, 7ºA

 

                                                   

publicado por ML às 23:51

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6 comentários:
De Anonimo a 2 de Maio de 2006 às 17:34
E mt giro! Tm um boneco engraçado!!
De Anónimo a 3 de Maio de 2006 às 18:55
achei este texto mt giro e original...continua afonso
De Anita a 12 de Maio de 2006 às 22:00
Parabéns Afonso! continua a usar a tua imaginação!!!
Xau!
De sara a 13 de Maio de 2006 às 22:39
este texto tambem esta engraçado, mas gostei mais do outro.
xau
De Anónimo a 15 de Maio de 2006 às 15:39
Está muito bem estruturado e imaginativo, o que revela uma enorme capacidade em transpor o imaginável para a escrita .
Parabéns Afonso

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How Could This Happen To Me
by Unknown

I open my eyes
I try to see but i’m blinded by the white light.
I can’t remember how
I can’t remember why
I’m lying here tonight
And i can’t stand the pain
And i can’t make it go away
No i can’t stand the pain

Chorus
How could this happen to me
I’ve made my mistakes
Got nowhere to run
The night goes on as i’m fading away
I'm sick of this life
I just want to scream
How could this happen to me

Everybody’s screaming
I try to make a sound but no one hears me
I’m slipping off the edge
I’m hanging by a thread
I want to start this over again
So i try to hold
On to a time when
Nothing mattered
And i can’t explain
What happened and i can’t erase the things that i’ve done
No i can’t

Chorus
How could this happen to me
I’ve made my mistakes
Got nowhere to run
The night goes on as i’m fading away
I’m sick of this life
I just want to scream
How could this happen to me

 

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