Terça-feira, 18 de Abril de 2006

Pintar Palavras

                                                               

          Era uma vez um talentoso e jovem pintor cujas pinturas eram mágicas, ganhavam vida e tornavam-se realidade. Esse pintor chamava-se Wang-Fô e viveu no império da China.

         Wang-Fô estava apaixonado, mas a mulher pela qual estava apaixonado era filha do imperador que estava fechada numa torre do palácio. Wang-Fô não conseguia falar com ela porque  os guardas descobriam. Mas ele não conseguia viver sem falar com ela. Wang-Fô mandava pedras com cartas para a torre do palácio onde estava a sua amada de nome Cleo, mas com essas cartas havia o risco de serem apanhados pelo imperador, então tinham que arranjar uma maneira de comunicarem de forma mais segura.

         Certo dia resolveu dar asas à sua imaginação e teve uma ideia maravilhosa! Desenhar letras que representavam sons, o alfabeto fonético. Desenhou 25 letras que só ele e Cleo sabiam ler e escrever. Todos os dias Wang-Fô mandava uma carta e numa dessas cartas Wang-Fô pediu a Cleo para fugir com ele e ela aceitou. Como o desejo de Wang-Fô se tornara realidade ele desenhou letras em forma de escada para Cleo fugir e um cavalo branco para irem para longe e viveram felizes para sempre. E foi com esta história de amor que se inventou a escrita fonética.

Afonso , 7º A

publicado por ML às 10:08

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Segunda-feira, 17 de Abril de 2006

Alox

        Numa terra do oriente chamada Unorb, existia um cavaleiro que pertencia ao exército do Imperador Huang. O cavaleiro chamava-se Alox. Era eu!

         Eu tinha 23 anos, estava no máximo da minha força e juventude. Eu mesmo sendo muito jovem já era casado, visto que, naquela região, era tradição casar muito cedo. A minha mulher chamava-se Parroty.

        Descendia de uma família de escravos, mas o meu pai queria ser livre e tinha ideias contrárias às do Imperador. O meu pai lutou muito pela sua liberdade e pela dos outros escravos e por isso foi várias vezes sujeito a tortura. Ele morreu na prisão quando eu tinha apenas 12 anos.

       Durante o reinado do Imperador Huang, os escravos tinham muito pouca liberdade e não podiam dizer nem fazer nada contra o imperador, porque se o fizessem seriam mortos.

         Eu, talvez por vontade de me vingar do que tinham feito ao meu pai, ou por não aceitar o que faziam aos escravos, criei um movimento de revolta contra o Imperador. Tive de fazer tudo em segredo devido à polícia do Imperador que perseguia todos os que diziam mal dele. Por várias vezes tentaram apanhar-me, mas sempre sem êxito. A minha organização chamava-se DEPO. Inicialmente os membros eram só escravos revoltados, depois vieram todas as pessoas revoltadas contra o Imperador Huang, visto que ele era muito cruel para todas elas. Rapidamente o número de membros disparou em flecha e tornou-se uma grande parte da população.

         Certa noite invadimos o palácio real e matámos o Imperador e todos os guardas que o protegiam. Éramos cerca de 10000 contra o resto dos apoiantes do Imperador que eram cerca de 2050. Nós ganhámos e matámos todos os que estavam contra nós!

         Depois da morte do Imperador Huang, tivemos que arranjar um novo Imperador. O resto da população escolheu-me a mim e assim fui coroado Imperador Alox. E, durante várias gerações, todos os meus descendentes e da Parroty governaram este reino.

Afonso, nº1, 7ºA

 

                                                   

publicado por ML às 23:51

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Sábado, 1 de Abril de 2006

Uma Viagem Inesquecível

   Ia Ulisses com os seus companheiros para um lugar sem destino, num dos seus grandes navios, quando reparou que se aproximava um grande temporal.

   Todos tentaram tudo por tudo encontrar um lugar onde se abrigarem, mas estavam no mar alto. A única coisa que viam era mar.

   A tempestade chegou, e Ulisses gritou:

    - “Icem as velas, senão serão destruídas!”

   A tempestade amainou e acabaram, cansados, por adormecer.

   De manhã, ao acordarem, nem queriam acreditar! Estavam a boiar em pleno mar. Por sorte, avistaram terra e com todas as suas forças nadaram até lá.

   Ficaram estupefactos, ao olharem em seu redor, pois tudo o que viam era tão belo e transmitia uma paz de espírito muito intensa.

   Tudo era belo, desde as árvores carregadas de fruta até às cascatas de água límpida e brilhante.

   Ulisses pensava:

 “ - Depois de tanta luta, esforço e mortes, finalmente Deus deu-nos uma bonança.”

   Ficaram lá cerca de quinze dias, e decidiram conhecer outros sítios.

   Durante a viagem, uma vez mais, para um sítio sem destino, o navio começou a tremer e aos poucos e poucos, enchia-se de água devido às ondas.

   Ulisses mandou abandonar o barco. Ninguém o ouviu e todos os marinheiros ficaram dentro do barco.

   Quando reparam, estava à frente deles, um monstro enorme, com cerca de dez olhos e cinco pernas. Apavorados, pediram a Ulisses que tentasse comunicar com o monstro, já que este era o mais corajoso. Ulisses perguntou-lhe:

   “- Quem és tu, que nos queres?”

   Ao qual, o monstro respondeu:

 “- Eu sou o dono da ilha, onde estiveram hospedados, comeram, beberam e usufruíram de tudo o que eu, sozinho, construí!”

   “- Nós não sabíamos, deixa esse coração de pedra e verás que serás uma pessoa muito mais feliz.”

   O monstro não pensou duas vezes e partiu o barco em pedaços.

   Ulisses agarrou na sua espada e cortou-lhe uma perna.

   O monstro pediu ajuda e, arrependido por lhe ter feito mal, Ulisses ajudou-o. Em troca, ele teria de os acolher com hospitalidade e deixar de ter um coração de pedra.

   O monstro aceitou e ficaram lá praticamente um mês.

   No final, Ulisses agradeceu e disse ao monstro:

“- Acolheste-nos o melhor que podias, nunca nos iremos esquecer disso, mas a nossa vida e a nossa paixão é descobrir novas terras. Obrigada amigo, até sempre!”

 

   Assim, Ulisses e os seus companheiros foram à procura de novas aventuras, novos desafios, agora mais que sempre com muita força e coragem.

 

Marta, n.º 15, 7º A

 

publicado por ML às 00:40

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Uma Viagem Para Toda a Vida

Era o sétimo dia do mês de Agosto, um dia que mudou para sempre a nossa vida.

Eu e a Maria vimos no jornal a seguinte notícia:

“Algures, no deserto, paira um tesouro valiosíssimo, a única indicação que temos é que, perto do deserto do Sara existe uma gruta suspeita”.

Não pensámos duas vezes e decidimos ir em busca desse tesouro escondido.

Fomos directamente a uma agência de viagens e reservámos dois bilhetes e dois quartos num hotel.

No próprio dia partimos para África!!! Foi tudo tão rápido que, quando demos por nós, estávamos já a sobrevoar o mar Mediterrâneo.

Chegámos lá e ficámos admiradas, pois tudo era muito estranho e diferente.

Procurámos o hotel, pois tínhamos de descansar. O dia seguinte era decisivo e de grandes descobertas.

Logo de manhã, bem cedo, fomos a uma biblioteca antiga, para procurar informações sobre o passado do deserto. Percebemos de imediato que seria muito complicado encontrar o tesouro, já que havia muitas grutas.

A conduzir um jipe, fomos inspeccionar, uma a uma, as grutas que estavam indicadas nos livros e mapas que nos pareciam interessantes. Ao fim de algum tempo, como já estávamos cansadas e cheias de sede, resolvemos parar e beber uma limonada.

Enquanto bebíamos a limonada, vimos passar dois rapazes.

Achámos muito estranho o facto de os rapazes estarem cada um com um mapa na mão. E resolvemos perguntar-lhes do que eles estavam à procura, provavelmente estariam perdidos, pensámos. Qual não foi o nosso espanto, quando eles nos disseram que estavam à procura do mesmo tesouro que nós!

Ficámos a conversar com eles e descobrimos que eram cavaleiros, e decidimos ir à procura do tesouro todos juntos.

Avistámos ao longe uma gruta muito brilhante. Mas antes estava um vale com muitos lobos e cobras. Resolvemos continuar e passar pelo tal vale.

O vale era escuro e sombrio, nem os pássaros se ouviam. Com medo, continuámos em frente até que, pouco depois vimos uma cobra.

Ela fez um barulho estranho e apareceram muitas mais.

Um dos cavaleiros, o Renato, sem medo, enfrentou as cobras e afastou-as uma a uma. Lobos se ao havia, não os encontrámos.

Ainda hoje não sabemos como é que o Renato afastou as cobras.

Entrámos na gruta e encontrámos o tesouro guardado dentro de uma grande e pesada arca.

Seguidamente, abrimo-la e o brilho que saía da caixa era tal, que iluminava toda a gruta.

Quando agarrámos na arca para a trazermos para fora, a gruta começou a tremer como se se estivesse a desmoronar.

Corremos em direcção à saída e conseguimos escapar.

Decidimos não dizer nada a ninguém acerca da existência do tesouro em nossa posse e vivemos felizes numa cidade perto do deserto, cada uma com um cavaleiro.

  

 Mas não foi por isso que deixámos de partir à aventura, antes pelo contrário, com os quatro juntos era muito mais divertido!

 

Marta Oliveira nº15 7ºA

Maria Câncio nº14 7ºA

 

publicado por ML às 00:22

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How Could This Happen To Me
by Unknown

I open my eyes
I try to see but i’m blinded by the white light.
I can’t remember how
I can’t remember why
I’m lying here tonight
And i can’t stand the pain
And i can’t make it go away
No i can’t stand the pain

Chorus
How could this happen to me
I’ve made my mistakes
Got nowhere to run
The night goes on as i’m fading away
I'm sick of this life
I just want to scream
How could this happen to me

Everybody’s screaming
I try to make a sound but no one hears me
I’m slipping off the edge
I’m hanging by a thread
I want to start this over again
So i try to hold
On to a time when
Nothing mattered
And i can’t explain
What happened and i can’t erase the things that i’ve done
No i can’t

Chorus
How could this happen to me
I’ve made my mistakes
Got nowhere to run
The night goes on as i’m fading away
I’m sick of this life
I just want to scream
How could this happen to me

 

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