Sábado, 1 de Abril de 2006

Uma Viagem Inesquecível

   Ia Ulisses com os seus companheiros para um lugar sem destino, num dos seus grandes navios, quando reparou que se aproximava um grande temporal.

   Todos tentaram tudo por tudo encontrar um lugar onde se abrigarem, mas estavam no mar alto. A única coisa que viam era mar.

   A tempestade chegou, e Ulisses gritou:

    - “Icem as velas, senão serão destruídas!”

   A tempestade amainou e acabaram, cansados, por adormecer.

   De manhã, ao acordarem, nem queriam acreditar! Estavam a boiar em pleno mar. Por sorte, avistaram terra e com todas as suas forças nadaram até lá.

   Ficaram estupefactos, ao olharem em seu redor, pois tudo o que viam era tão belo e transmitia uma paz de espírito muito intensa.

   Tudo era belo, desde as árvores carregadas de fruta até às cascatas de água límpida e brilhante.

   Ulisses pensava:

 “ - Depois de tanta luta, esforço e mortes, finalmente Deus deu-nos uma bonança.”

   Ficaram lá cerca de quinze dias, e decidiram conhecer outros sítios.

   Durante a viagem, uma vez mais, para um sítio sem destino, o navio começou a tremer e aos poucos e poucos, enchia-se de água devido às ondas.

   Ulisses mandou abandonar o barco. Ninguém o ouviu e todos os marinheiros ficaram dentro do barco.

   Quando reparam, estava à frente deles, um monstro enorme, com cerca de dez olhos e cinco pernas. Apavorados, pediram a Ulisses que tentasse comunicar com o monstro, já que este era o mais corajoso. Ulisses perguntou-lhe:

   “- Quem és tu, que nos queres?”

   Ao qual, o monstro respondeu:

 “- Eu sou o dono da ilha, onde estiveram hospedados, comeram, beberam e usufruíram de tudo o que eu, sozinho, construí!”

   “- Nós não sabíamos, deixa esse coração de pedra e verás que serás uma pessoa muito mais feliz.”

   O monstro não pensou duas vezes e partiu o barco em pedaços.

   Ulisses agarrou na sua espada e cortou-lhe uma perna.

   O monstro pediu ajuda e, arrependido por lhe ter feito mal, Ulisses ajudou-o. Em troca, ele teria de os acolher com hospitalidade e deixar de ter um coração de pedra.

   O monstro aceitou e ficaram lá praticamente um mês.

   No final, Ulisses agradeceu e disse ao monstro:

“- Acolheste-nos o melhor que podias, nunca nos iremos esquecer disso, mas a nossa vida e a nossa paixão é descobrir novas terras. Obrigada amigo, até sempre!”

 

   Assim, Ulisses e os seus companheiros foram à procura de novas aventuras, novos desafios, agora mais que sempre com muita força e coragem.

 

Marta, n.º 15, 7º A

 

publicado por ML às 00:40

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How Could This Happen To Me
by Unknown

I open my eyes
I try to see but i’m blinded by the white light.
I can’t remember how
I can’t remember why
I’m lying here tonight
And i can’t stand the pain
And i can’t make it go away
No i can’t stand the pain

Chorus
How could this happen to me
I’ve made my mistakes
Got nowhere to run
The night goes on as i’m fading away
I'm sick of this life
I just want to scream
How could this happen to me

Everybody’s screaming
I try to make a sound but no one hears me
I’m slipping off the edge
I’m hanging by a thread
I want to start this over again
So i try to hold
On to a time when
Nothing mattered
And i can’t explain
What happened and i can’t erase the things that i’ve done
No i can’t

Chorus
How could this happen to me
I’ve made my mistakes
Got nowhere to run
The night goes on as i’m fading away
I’m sick of this life
I just want to scream
How could this happen to me

 

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